Mais do que um filme de ação, um filme pra quem gosta de pensar muito sobre a vida, o universo e tudo mais... Um dos filmes mais surreais que já assisti, não só pelo fato de que as coisas que ela faz serem impossíveis, como pelo fato de que as vezes você pode achar possíveis (e são mesmo,Sinopse: Quando a inocente jovem Lucy (Scarlett Johansson) aceita transportar drogas dentro do seu estômago, ela não conhece muito bem os riscos que corre. Por acaso, ela acaba absorvendo as drogas, e um efeito inesperado acontece: Lucy ganha poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Crítica | Lucy
Eu disse que queria e fui ver Lucy, com Scarlett Johansson (eu não fui assistir com ela, fui assistir o filme dela... acho que dá pra entender).
ou não).
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
Crítica | Divergente
Olá pessoal,olha eu aqui cumprindo parte do meu acordo com
vocês ^^Neste post de hoje, irei falar o que achei sobre o filme Divergente que estreou no dia 17/04 aqui no Brasil. Caso vocês não saiba do que estou falando, pode clicar bem AQUI e ler o post no qual falei sobre o livro.
Galera, todo mundo sabe que nenhum filme fica 100% igual ao livro pois filmes são feitos para ter ação se a pessoa quiser obter dinheiro com ele; exemplo disso temos amanhecer parte 2, no qual o filme retrata uma guerra através da visão de Alice, mas no livro nem chega perto de ter essa guerra. Então, qualquer fan que tenha seu livro retratado em filme, deve esperar e ter a consciência de que não será totalmente fiel...claro, que existem algumas exceções em que o filme só recebe o mesmo nome do livro, mas na prática vocês assiste com aquela cara de WTF?!!? Como ocorreu comigo em Percy Jackson, uma decepção para todo e qualquer semideus. Porem, tenho que parabenizar os diretores de Divergente pela semelhança entre o livro e o filme...claro que não está igual, mas surpreendentemente as coisas que mudaram em relação ao livro para adaptar ao filme, algumas eu achei até MELHOR que as que foram descritas no livro.
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segunda-feira, 31 de março de 2014
Crítica | Rio 2
Sinopse: Blu (Jesse Eisenberg) vive feliz no Rio de Janeiro ao lado da companheira Jade (Anne Hathaway) e seus três filhotes, Carla (Rachel Crow), Bia (Amandla Stenberg) e Tiago (Pierce Gagnon). Seus donos, Linda (Leslie Mann) e Túlio (Rodrigo Santoro), estão agora na floresta amazônica, fazendo novas pesquisas. Por acaso eles encontram a pena de uma ararinha azul, o que pode significar que Blu e sua família não sejam os últimos da espécie. Após vê-los em uma reportagem na TV, Jade insiste para que eles partam para a Amazônia. Blu inicialmente reluta, mas acaba aceitando a ideia. Assim, toda a família parte em uma viagem pelo interior do Brasil rumo à floresta amazônica sem imaginar que, logo ao chegar, encontrarão um velho inimigo: Nigel (Jemaine Clement).
Engraçado, mas não tanto quanto o original, Rio 2 (ou Amazônia 1) é capaz de divertir tanto as crianças como os adultos (Eu), fazendo valer à pena a compra do ingresso. A maioria dos personagens anteriores, praticamente todos, voltam para alegrar a o filme, mas alguns tem uma participação tão ínfima que seria melhor tê-los deixado de fora.
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Crítica | O Lobo de Wall Street
Sinopse: Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.
Com direção de Martin Scorsese, O Lobo de Wall Street é uma adaptação cinematográfica da autobiografia do corretor da bolsa de Nova York Jordan Belfort. De longe o filme mais longo que já
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Crítica | Gravidade
Sinopse: Matt Kowalski (George Clooney) é um astronauta experiente que está em missão de conserto ao telescópio Hubble juntamente com a doutora Ryan Stone (Sandra Bullock). Ambos são surpreendidos por uma chuva de destroços decorrente da destruição de um satélite por um míssil russo, que faz com que sejam jogados no espaço sideral. Sem qualquer apoio da base terrestre da NASA, eles precisam encontrar um meio de sobreviver em meio a um ambiente completamente inóspito para a vida humana.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Crítica | Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses
Pois é meus amigos, essa semana fui assisti Dragon Ball Z no cinema, pela primeira vez. Caso vocês ainda não viram o trailer do filme deem uma olhada agora.
Sinopse: Após dormir por 15 anos, o deus da destruição Bills desperta e logo fica surpreso ao saber que Freeza havia sido derrotado por um jovem sayadin chamado Goku. Não demora muito para que ele e seu assistente partam para encontrá-lo, ainda mais após Bills lembrar de um sonho que teve envolvendo um duelo épico com um deus super sayajin que ninguém jamais ouviu falar. Ao encontrá-lo, Goku fica logo animado em enfrentá-lo num duelo, mas logo percebe que seus poderes são ínfimos perto do poderio de Bills.
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sábado, 14 de setembro de 2013
Crítica | João e Maria - Caçadores de Bruxas
Sinopse: Os jovens João e Maria foram abandonados pelos pais na sombria floresta e acabam indo parar na casa de uma malvada bruxa. Mas o que parecia ser o fim acabou se tornando o começo de uma vida cheia de aventuras, uma vez que eles eliminaram a malvada e viraram verdadeiros exterminadores de criaturas do mal. Após o desaparecimento de várias crianças, os dois já adultos (Jeremy Renner e Gemma Arterton) são contratados pelas autoridades locais para desvendar o mistério. Só que eles não imaginavam que essa nova missão iria colocá-los diante da terrível Bruxa Negra (Famke Janssen), pronta para destruir não só a reputação de excelentes caçadores de bruxas, mas também as suas vidas.
Todo mundo já ouviu falar da estória infantil de João e Maria. Duas crianças que se tornaram prisioneiros na casa de uma velha bruxa, onde ela os alimentava com doces para que eles fiquem mais gordos para que ela possa se alimentar deles. Até que um dia, finalmente eles conseguem escapar.
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terça-feira, 10 de setembro de 2013
Crítica | As Vantagens de Ser Invisível
Filme lançado em 19 de outubro de 2012 no Brasil. É estrelado por Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller como Charlie, Sam e Patrick, respectivamente. Conhecido também como "O filme em que Percy Jackson pegou a Hermione!"
Sinopse: Charlie é transferido para uma nova escola e nesta nova escola tem muita dificuldades de interagir com os novos colegas. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Seu professor de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si, até o dia em que dois amigos, Patrick e Sam, passam a andar com ele.
sábado, 19 de maio de 2012
Crítica | Battleship - A Batalha dos Mares
O famoso jogo Battleship (Batalha Naval, no Brasil), ganhou sua versão nos cinemas, intitulado também de Battlheship - A Batalha dos Mares. O longa narra a batalha entre alienígenas, que estão invadindo a terra, contra nós, terráqueos, onde o protagonista é Hooper (interpretado por Taylor Kitsch, o mesmo do fracassado John Carter). Hooper é um jovem rebelde que vai para marinha forçado por seu irmão mais velho, o comandante Stone (Alexander Skarsgård) e as coisas complicam ainda mais quando ele se apaixona pela filha do Almirante Shane (Liam Neeson), que não gosta nem um pouco do rapaz.
No começo do filme, nos é apresentado os personagens, depois disso vem a parte que eu particularmente chamo de "A Parte Boa", onde mostra várias cenas de ação e muitos "chavões" ou "clichês" com frases de efeito, bordões, muito tiros, sentimentalismo e muito mais coisas do gênero.
Os atores trabalharam bem seus papéis, não vão ganhar nenhum Oscar de melhor atuação, mas agrada aos espectadores. Isso, é claro, não se encaixa no caso da Rihanna. A cantora, que deveria continuar só nesse segmento, não cumpriu bem o seu dever como atriz. Sua personagem, a tenente Raikes, era muito exagerada e vazia (fiquei com pena do diretor Peter Berg, que teve que lidar com isso).
Veja mais (inclusive o Trailer) em Battleship - A Batalha dos Mares
No começo do filme, nos é apresentado os personagens, depois disso vem a parte que eu particularmente chamo de "A Parte Boa", onde mostra várias cenas de ação e muitos "chavões" ou "clichês" com frases de efeito, bordões, muito tiros, sentimentalismo e muito mais coisas do gênero.
Os atores trabalharam bem seus papéis, não vão ganhar nenhum Oscar de melhor atuação, mas agrada aos espectadores. Isso, é claro, não se encaixa no caso da Rihanna. A cantora, que deveria continuar só nesse segmento, não cumpriu bem o seu dever como atriz. Sua personagem, a tenente Raikes, era muito exagerada e vazia (fiquei com pena do diretor Peter Berg, que teve que lidar com isso).
Veja mais (inclusive o Trailer) em Battleship - A Batalha dos Mares
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas
Diferente do que aconteceu no filme anterior (Piratas do Caribe - No Fim do Mundo) onde o maluquete dos sete mares tinha aparecido pouco, agora ele está mais presente e, pasme, menos afetado. Mas a brincadeira de dizer que é o original, o único, continua. Aliás, a estratégia de carregar a trama de personagens e com histórias paralelas que se misturam, agora enxertadas com doses de vingança pessoal e carência paterna, também continua.

Dessa vez, Sparrow se envolve numa disputa entre espanhóis e ingleses pelo par de cálices da Fonte da Juventude, mas acaba singrando os mares na companhia de Angelica (Penélope Cruz), um "cacho" amoroso das antigas e do temível Barba Negra (Ian McShane), desafeto antigo do Capitão Barbossa (Geoffrey Rush).
Achou meio confuso? Foi assim que o roteiro acabou ficando meio rocambolesco no troca-troca de foco e perdeu um pouco do ritmo. E embora embalado pela conhecida trilha sonora de Hans Zimmer, presente na lista daquelas que, dificilmente, serão esquecidas, os mais de 120 minutos do filme sobram. E o 3-D, diga-se de passagem, é totalmente dispensável. Sobre piratas zumbis e sereias vampiras, veja você mesmo e tire suas próprias conclusões.
Se bateu um grilo com o que leu até agora, não se assuste. Estão garantidos bons efeitos especiais e o climão meio sinistro está lá. Na verdade, tem hora que dá até uma certa sensação de se estar sentado numa espécie de trem fantasma (super produzido, é claro) com cavernas, caveiras, esqueletos, tesouros, barcos e teias de aranha. Tudo no lugar. Quem espera ver as palhaçadas de Sparrow (meio infantis) não perde por esperar. Vai curtir demais as cenas de ação com espadas, lutas e perseguições, mas pode se chatear um pouco com tanto blá blá lá entre ele e a tal ex namorada.
Portanto, prepare-se para o entretenimento e deixe de lado possíveis cobranças sobre realidade porque aqui só tem lugar para a fantasia. De curioso, uma cena onde o Barba Negra se auto-intitula mau (I’m bad man) com entonação idêntica a antológica frase do homem-morcego. Nos detalhes, o retorno do roqueiro Keith Richards (dos Rolling Stones) num "peculiar" papo de pai para filho sobre velhice. E no geral, a certeza que ao entrar na sala escura você estará navegando numa fórmula conhecida porque o pirata pirado está de volta e como ele mesmo afirma: "o que vale é a jornada, não o destino".
Ah! Não saia antes do fim dos créditos finais. Tem cena adicional para quem gosta de pensar no futuro nada misterioso.
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